terça-feira, 21 de junho de 2011

Se Darwin matou Deus, quem matou Darwin?

"Muitos filósofos dizem que quando Charles Darwin criou a Teoria da Selecção Natural, em 1859, ele sem querer matou Deus. É que depois dele, as pessoas se deram conta que a origem do mundo talvez não seja divina nem inteligente"
Super Interessante-Maio/2007 pag. 103


            De certa forma é verdade, primeiro porque antes o Homem era considerado superior a todas as espécies animais, e na sua Teoria da Selecção Natural, Darwin começou a fazer ligações entre o Homem e os animais, dizendo que nós, seres racionais somos fruto de uma evolução dos animais. Ora isto veio contradizer tudo o que a Igreja nos transmitia, que Deus era o criador, que fomos criados por ele, …. O que gerou uma grande polémica com a Igreja na época. Hoje talvez já consigamos de alguma forma tentar conciliar ambas. Por isso é que temos de arranjar uma resposta para quem matou Darwin, se antes quem era o autor dessa passagem era Deus.  

Daniel Bento 10º D nº7

terça-feira, 7 de junho de 2011

Luís Archer

“Padre de Coração, Cientista de Profissão”


           Luís Archer  nasceu na Foz do Porto a 5 de Maio de 1929.
          Teve uma infância  feliz, estudou música no Conservatório de Música do Porto.
          Estudou no Liceu Rodrigues de Freitas e entrou para a Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, onde concluiu a sua licenciatura em Ciências Biológicas.
          Luís Archer recebe um premio com apenas 18 anos, por ter sido o aluno licenciado com a media mais alta.
          Ficou como professor assistente na faculdade e dedicou-se à investigação desde os 19 anos; aos 21 anos já tinha dois trabalhos científicos publicados. Nessa altura acontece uma grande reviravolta na sua vida: “apaixonou-se por Deus” e entra na Companhia de Jesus. 
Luís Archer tem formação em Filosofia e Biologia, mas só no ano de 1964 começou a estudar bioquímica e genética nos Estados Unidos onde acabou por tirar o doutoramento em Genética Molecular.
Durante anos dedicou-se apenas à investigação mas na década de 70 volta a sentir que tinha que mudar de rumo. Como tinha formação em Filosofia e Biologia entrou nessa altura em Bioética. Luís Archer não duvida que a sua “missão” é a Biologia, mas a sua paixão de juventude, ser jesuíta e dedicar a sua vida a Deus sempre se manteve.
O Prof. Luís Archer foi homenageado pela Sociedade Portuguesa de Genética com o prémio Prof. Doutor Luís Archer.
Aos 30 anos foi ordenado padre na catedral da cidade alemã de Frankfurt acabando por viver lá durante 3 anos.
          Em 1962 tomou contacto com o que era o ADN. 
          Foi eleito presidente da comissão da ética para a as ciências.

Luís Archer - biografia resumida

1929 – Nasceu na Foz do Porto.

1947 – Licenciou-se em Biologia, no Porto. 
 Prémio Rotary Club, nota mais alta na licenciatura na Faculdade de Ciências. Tornou-se jesuíta.

1954 – Licenciou-se em Filosofia, em Braga.

1960 – Licenciou-se em Teologia, em Alemanha.

1964 – Começou a estudar bioquímica.

1967 – Concluiu o doutoramento em genética molecular.

1974 – Licenciou-se em Ciências Biológicas na Faculdade de Ciências da Universidade do Porto.

1978 a 1981 – Presidente da Sociedade Portuguesa de Genética.

1979 a 1996 – Foi Professor na Faculdade de Ciências e Tecnologias na Universidade Nova de Lisboa.

1991 – Prémio Grã-Cruz da Ordem de Santiago da Espada

1991 a 2000 – Coordenador do centro de investigação em Genética Molecular Humana.

1996 a 2001 – Presidente da Comissão da Ética para as Ciências Vivas.

2000 a 2001 – Presidente da Comissão da Avaliação Externa das licenciaturas em Biologia das Universidades Portuguesas.

2006 - Prémio de Cultura Padre Manuel Antunes


2008 - Foi eleito presidente da comissão de Ética para as Ciências.

Euclides de Alexandria - biografia resumida

     325 a.C.: estima-se que o seu nascimento tenha sido por volta desta altura. Como a sua vida é praticamente desconhecida, tanto a data do seu nascimento como a da sua morte foram estimadas a partir da comparação com as figuras contemporâneas mencionadas nas referências. Estudou em Atenas na sua juventude. Tornou-se assim um dos matemáticos mais importantes de sempre.

      265 a.C. : Euclides de Alexandria morre.

      306 a. C. - 283 a. C.: foi chamado para ensinar Matemática na escola criada por Ptolomeu Soter.

      300 a.C.: foram, por volta desta data, editados os seus 13 livros “Os Elementos”.
o   Livros de I a IV : geometria plana elementar.
o   Livro V : teoria das proporções de Eudoxo.
o   Livro VI : semelhança de figuras.
o   Livros de VII a IX : teoria dos números.
o   Livro X : irracionais quadráticos.
o   Livros de XI a XIII : geometria sólida.

      1768: Tradução dos seus 13 famosos livros para português por Angelo Brunelli.

Euclides de Alexandria

Este fantástico matemático começou a ter fama pela forma brilhante como ensinava geometria e álgebra quando dava aulas no Museu de Alexandria. Foram por ele escritas diversas obras que se revelaram muito importantes nos anos que se seguiram e que, claro, ainda nos tempos de hoje se assim mostram. Infelizmente, mais de metade dos seus livros foram perdidos. Este célebre escritor escreveu sobre a óptica da visão, astrologia, astronomia, música, mecânica e, principalmente, matemática. Mais textos que lhe são igualmente atribuídos são Divisões de superfícies, Data, Tratado sobre Harmonia, a divisa, entre outros. No entanto, a sua mais importante obra foi Elementos que é considerada uma das maiores influências na história da matemática e até ao final do século XIX serviu como principal livro para o ensino da matemática.
O Elementos foi uma obra publicada por volta de 300 a.C., onde se contempla e aritmética, a geometria e a álgebra. Esta foi, a seguir à Bíblia, o livro mais reproduzido e estudado na história do mundo ocidental, pois tem uma importância excepcional na história das matemáticas. Ainda na Idade Média, esta obra foi traduzida em Latim e em Árabe. Em Portugal só foi editado em 1768, por Angelo Brunelli. Esta belíssima obra foi usada como texto de estudo durante cerca de 2000 anos, sem que se tivesse feito alteração alguma. Nestes livros a geometria é apresentada como um sistema lógico. Os Elementos são constituídos por 13 livros aos quais mais tarde se juntaram mais dois. Ao todo existem também, neste livro, 465 proposições. O livro I, trata-se maioritariamente de triângulos, rectas paralelas e do Teorema de Pitágoras. O livro II trata de álgebra geométrica e o III de círculos e circunferências. O livro IV fala de polígonos regulares inscritos e circunscritos. Já o V fala de proporções e o VI de figuras semelhantes. Tanto o livro VII, como o VIII ou até o IX tratam a Teoria dos Números. O livro X fala de comensurabilidade e de incomensurabilidade. Os últimos 3 livros falam de geometria tridimensional.

Charles Darwin - biografia resumida

1809  -  nasceu a 12 de Fevereiro, em Shrewsbury, Inglaterra. Sendo o quinto dos seis filhos do médico Robert Waring Darwin e SusannahWedgwood.

1813 – onde vai passar o verão, numa praia, é onde recolhe as primeiras amostras da sua colecção.

1817 - Frequenta a escola de Shrewsbury, dirigida por George Case. Neste ano a sua mãe morre tinha ele apenas oito anos de idade.

1818 - vai para a escola de Samuel Butler's em Shrewsbury, onde ai permaneceu permaneceu 7 anos. 

1825 - é retirado precocemente da escola de Shrewsbury pelo seu pai. Mais tarde é matriculado juntamente com seu irmão Erasmus na Universidade de Edimburgo.

1831 – 1836 – é convidado para fazer uma viagem no navio inglês HMS Beagle à volta do mundo recolhendo fósseis de seres vivos nunca antes vistos.

1837 – mudou-se para Londres.

1841 – faz um primeiro esboço da teoria da evolução. Instala-se em Down.

1858 – Apresentação conjunta à Linnean Society, a teoria da selecção de Darwin.

1859 – Publica o seu livro A Origem das Espécies.

1871 – Publica A Descendência do Homem e a Selecção em relação ao sexo.

1882 – Morre em Down.

Charles Darwin

Charles Robert Darwin nasceu em Shrewsbury, a 12 de Fevereiro de 1809 morreu em Downe, Kent a 19 de Abril de 1882. Dedicou toda a sua vida à experimentação e observação.
            Foi um naturalista britânico que, na era moderna, partiu numa viagem de cinco anos através do navio inglês HMS Beagle à volta do mundo recolhendo fósseis de seres vivos nunca antes vistos. Durante essa viagem escreveu o livro ‘ A Origem das Espécies’, no qual incluiu a sua Teoria da Evolução.
            Explicava a origem da diversidade biológica e das adaptações dos seres vivos ao meio ambiente, tendo convencido a comunidade científica que a evolução das espécies é impulsionada pelo fenómeno da selecção natural.
            Só os seres vivos mais aptos ao tipo de meio ambiente existente no local onde habitam é que sobrevivem e os descendentes destes mesmos seres vivos já nascem com as condições necessárias para se adaptarem ao meio ambiente existente. Concluiu que o processo de evolução era feito pelo acaso de mutações, que levam milhares e, às vezes, milhões de anos e daí criou-se o Homem. Avançou hipóteses extraordinárias para a época.
            Darwin não foi um verdadeiro filósofo, mas com a sua teoria questionou-se se foi ou não Deus o grande criador do mundo e se o homem foi feito à imagem e semelhança d’Ele. A mente do homem ao se desenvolver foi como obrigada a aceitar essa crença de que fomos herdeiros de Deus, agora é difícil para a humanidade abandonar essa crença. Na sua autobiografia onde faz a observação em cima, também escreve uma célebre frase ‘O mistério do inicio de todas as coisas é insolúvel para nós’. Querendo dizer assim que como começou o universo, a criação do planeta Terra, o homem, as espécies vai ser até ao seu fim um grande mistério. Até ao fim viveremos com inúmeras crenças sobre esses princípios. Por essa razão, Darwin tornou-se agnóstico, ou seja, acredita que a questão da existência ou não de um poder superior (Deus) não foi nem nunca será resolvida. Contudo, pouco tempo antes de morrer declarou-se como católico.
            Na época em que Darwin viveu, o Homem era considerado como superior a todas as espécies animais e na sua teoria começou a fazer relações entre os animais e o homem. Essa ia contra tudo a que a igreja defendia, foi imediatamente recusada, pois a teoria tinha grandes implicações quanto à criação da vida, provocando assim um grande choque na população sendo Darwin severamente atacado.
            Rapidamente foi criticado pelos críticos acerca da parte de que os homens seriam descendentes dos macacos, incluindo os seus tutores de Universidade reagiram contra esta Teoria da Evolução. O povo em geral pensava que a visão de Darwin iria acabar com a distinção entre os homens e os animais.
            Amigos de Darwin cientistas, colocaram o seu trabalho em discussão pelas bocas do mundo, criando o primeiro debate científico internacional da história. Também o defenderam dos críticos e ajudaram-no a ganhar respeito, o que lhe valeu uma medalha.

Alfred Wegener - biografia resumida

1880 – Nasceu em Berlim, Alemanha no dia 1 de Novembro;

1904 – Concluiu o doutoramento de astronomia, na Universidade de Berlim;

1906 – Fez parte de uma expedição a Groenlândia com o objectivo de estudar a circulação das massas de ar polar;

1910 – Percebeu a semelhança nos contornos dos continentes;

1912 – Foi recrutado para o exército alemão;

1915 – A primeira edição de A origem dos continentes e oceanos, onde explicava a sua teoria;

1924 – Foi professor de meteorologia e geofísica na Universidade Austríaca de Graz;

1930 – Fez a sua última expedição a Gronelândia;

1930 – Morreu a dia 5 de Novembro, na Groenlândia;

Alfred Wegener

Em 1912 o geofisíco e meteorologista alemão Alfred wegener (1880-1930) propôs pela primeira vez à comunidade científica um conjunto de ideias que apontavam para a existência de mobilidade dos continentes. Este investigador começou por referir, na apresentação da sua teoria, que os continentes eram constituídos por materiais menos densos que assentavam sobre materiais mais densos semelhantes aos que constituem os fundos oceânicos. Wegener estava também intrigado com as ocorrências das estruturas geológicas pouco comuns e dos fósseis de plantas e animais encontrados na América do Sul e África, que estão separados actualmente pelo Oceano Atlântico. Deduziu que era fisicamente impossível para a maioria daqueles organismos ter nadado ou ter sido transportado através de um oceano tão vasto. Para ele, a presença de espécies fósseis idênticas ao longo das costas litorais de África e América do Sul era a evidência que faltava para demonstrar que, uma vez, os dois continentes estiveram ligados.
Com base nestas ideias, Wegener formulou a hipótese de no passado os continentes actuais terem estado unidos num único supercontinente, a Pangea, rodeado por um único oceano, designado Pantalassa. Há cerca de 220 milhões de anos, este supercontinente viria a fragmentar-se “com pedaços de um campo de gelo quebrado”. Os diferentes blocos continentais no decurso do tempo geológico ter-se-iam movimentado até ficarem nas posições actuais. De acordo com a teoria de Wegener, as cadeias de montanhas seriam o resultado de “colisões” entre as diferentes massas continentais. Outro aspecto da teoria de Wegener é as evidentes mudanças do clima em alguns continentes. Por exemplo, a descoberta de fósseis de plantas tropicais na Antárctida conduziu à conclusão que este continente já esteve situado perto do equador, com um clima temperado onde a vegetação poderia desenvolver-se. Outro argumento a favor da teoria da Deriva dos Continentes é o facto de terem sido descobertos fósseis característicos de fetos em regiões agora polares.

Esta teoria proposta por Alfred Wegener, baseada numa perspectiva mobilista, ficou conhecida por Teoria da Deriva dos Continentes.
Embora a teoria de Wegener não fosse totalmente inovadora, uma vez que outros cientistas já tinham sugerido este tipo de ideia, é com Wegener que pela primeira vez se sistematiza uma série de argumentos no sentido de apoiar a hipótese da deriva continental como uma teoria científica coerente.
Devido à Primeira Grande Guerra, a teoria de Wegener não atraiu muita atenção por parte da comunidade científica, mas em 1920, quando apresentou uma edição revista e aumentada do seu livro, rapidamente se tornou assunto de discussão.
Para fundamentar a sua teoria, Wegener apoia-se em evidências morfológicas, estruturais, na distribuição do tipo de rochas e dos relevos e em evidências paleoclimáticas. Apesar dos dados apresentados, a sua proposta foi duramente criticada pela comunidade científica da altura e nas décadas seguintes. A análise de alguns argumentos no seu conjunto pode mostrar o quão importante e inovador foi o trabalho que Alfred Wegener apresentou à comunidade científica no inicio do século XX. 

Albert Einstein - Biografia resumida

1879 – Ano do seu nascimento.

1886 – Começo da sua carreira escolar.

1895 Decide entrar na universidade antes de terminar o ensino secundário, mas é reprovado na parte de humanidades dos exames, realizando também a sua primeira experiência mental.

1900 - Conclui a sua graduação em Física e em Matemática.

1901 - Publica um artigo sobre forças capilares no Annalen der Physik,  uma das mais prestigiadas publicações científicas em Física.

1905 Escreve quatro artigos fundamentais para a Física Moderna.

1909 – Início deste ano, a Universidade de Zurique convida-o para assumir uma cadeira, como ajudante de professor, durante três semestres.


1915 -  Apresenta perante a Academia de Ciências da Prússia uma série de conferências onde apresenta a sua teoria da relatividade geral.

1921- Recebe o Nobel de Física pela teoria do efeito fotoeléctrico, no entanto, o prémio só foi anunciado em 

1922- Neste mesmo ano recebe a medalha de Copley.

1926 - Ganha uma medalha de ouro de RAS.

1955 Ano do seu falecimento.

2005 - Celebra-se o Ano Internacional da Física, baseando nas suas criações.

2009 - 100 Físicos renomados elegem-no como o mais memorável físico de todos os tempos.

Albert Einstein

Físico alemão de origem judaica, Albert Einstein nasceu a 14 de Março de 1879, em Ulm, e morreu a 18 de Abril de 1955, em Princeton, nos Estados Unidos da América.
Foi nos Estados Unidos, que se tornou muito conhecido por desenvolver a Teoria da Relatividade. Ganhou o Prémio Nobel da Física em 1921 pela correcta explicação do efeito fotoeléctrico. No entanto, o prémio só foi anunciado em 1922, e atribuído anos mais tarde, em 1933. O seu trabalho teórico possibilitou o desenvolvimento da energia atómica, apesar de não prever tal possibilidade. Devido à formulação da Teoria da Relatividade, que foi processada em duas etapas, em 1905 publicou um trabalho que mais tarde ficou conhecido pelo nome de Teoria da Relatividade Restrita, a partir da qual foi permitida a verificação experimental de que a velocidade da luz é sempre a mesma em qualquer referencial de inércia; a generalização da Teoria da Relatividade Restrita a referenciais acelerados ficou conhecido como Teoria da Relatividade Geral em 1915. Esta teoria veio permitir a evolução da tecnologia como por exemplo o sistema GPS e consequentes evoluções ao longo dos anos.
Einstein tornou-se famoso mundialmente.
Einstein estudou em várias escolas, tinha ideias próprias e algumas dessas ideias transformaram radicalmente as noções do tempo, dos átomos, do espaço, da luz, da energia e da matéria. Estas ideias tiveram um grande impacto na sociedade e na tecnologia, como por exemplo, o laser.
Em 1916, através dos trabalhos de Albert Einstein na área de física quântica, foram delineados os princípios que tornariam possível o desenvolvimento da tecnologia dos lasers e sua aplicação prática, no entanto só passado meio século foi desenvolvida a primeira fonte de laser, que hoje em dia é um recurso bastante utilizado no nosso quotidiano.
Einstein era um passivista e activista político. Durante a segunda guerra Mundial deixou a Alemanha e foi para os Estados Unidos, colaborar com outros cientistas no desenvolvimento da bomba atómica, tentando mostrar aspectos negativos e positivos da mesma; este foi outro grande impacto na sociedade e na tecnologia. Desde então a bomba atómica tornou-se símbolo negativo do engenho humano e brinquedo predilecto almejado por líderes políticos do mundo, sendo que o povo japonês detém até hoje o trágico recorde de ter sido a única nação a experimentar na carne os efeitos de um bombardeio atómico. Em 1939, ao aperceber-se de tal situação Einstein escreveu uma carta ao presidente norte-americano recomendando a aceleração das pesquisas que levariam à criação da bomba atómica. O contexto histórico praticamente o obrigou a ter tal atitude, pois os alemães estavam também a desenvolver um projecto idêntico e, se viessem a produzir a bomba antes, os efeitos poderiam ser muito mais trágicos.
A sua audácia de investigação tornou-o insuperável, e a sua teoria revolucionária fez mudar os principais conceitos físicos que explicavam o Universo até então. Com tal feito, não havia dúvida de que Einstein era um dos maiores génios que a humanidade já havia produzido, sendo considerado o “Cientista do Século”.